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Mensagem por The Founder em Seg Nov 14, 2016 9:05 am

Aos treze anos, diante da Fogueira do Acampamento, todo semideus é reclamado por seu progenitor. Para que tal ato ocorra, porém, é preciso preencher a ficha a seguir. A postagem deve ocorrer neste mesmo tópico.

ATENÇÃO!
Ao solicitar uma HISTÓRIA, a moderação deseja TODO o passado do personagem e não apenas a parte que o personagem descobre ser semideus e sua chegada ao acampamento. Fichas cuja história está incompleta serão REPROVADAS.
Os três grandes possuem teste separado e filhos de Nyx realizam testes adicionais para serem aprovados.


Código:
[b]Nome:[/b]
[b]Idade:[/b]
[b]Progenitor:[/b]
[b]Aparência e Personalidade:[/b]
[b]História:[/b]
[b]Pontos Distribuídos:[/b]


Última edição por The Founder em Qui Nov 17, 2016 2:30 pm, editado 1 vez(es)

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Re: → Ficha de Reclamação.

Mensagem por Mikhaela Dragunova em Seg Nov 14, 2016 6:32 pm

Nome: Mikhaela Dragunova

Idade: Aparenta 16 anos

Progenitor: Nyx

Aparência e Personalidade: Os cabelos da garota oscilam do loiro quando está emocionalmente bem para o vermelho quando sua maldição e bênção dá sinais. Os olhos são verdes e sua pele branca como a neve, pálida. Há beleza na garota, mas também há o doce perfume da morte. Os cabelos normalmente são mantidos longos, mas o comprimento varia também. Possui um porte até atlético, com corpo bem torneado. Em seu pulso esquerdo, há a marca de uma foice negra sobre uma lua prateada. Em personalidade, possui um comportamento gentil e educado, uma paciência grande e uma malicia palpável em alguns momentos. É bondosa com os amigos, mas implacável com seus inimigos.

História: A muito tempo atrás, a filha da noite estava a beira da morte devido a um acidente que ceifara a vida de sua madrasta e o bebê que ela gerava no útero. Seu irmão gêmeo estava em estado de quase morte também, mas parecia ter menos chances de viver que a garota. Mesmo assim, Mikhaela teria perecido se os deuses não tivessem sido bons e Nyx e Hipnos não tivessem convencido Thanatos a poupar-lhe a vida. Seu pai e meio irmão, no mundo mortal, imploravam por sua vida. Os mortais pareciam até dispostos a ceder sua vida pela criança. Mais por curiosidade do que outra coisa, a Morte concordara e poupou a garota com uma condição: enquanto o servisse, jamais morreria. Ou pelo menos ficaria morta. Não que a morte precisasse da semideusa para algo... Com algum medo, a jovem aceitou o pacto e uma marca surgiu em seu pulso esquerdo.
Os dias, meses e anos passaram e a semideusa tornara-se mulher e amante de seu irmão, assim como juntara-se ao culto a Hécate. Sua aparência congelara por volta dos dezesseis anos, porém seus poderes prosseguiam. A idade, caso corresse para ela, corria tão lentamente que pouco se fazia notar. Todas as vezes que morria, voltava logo em seguida sem ferimentos ou qualquer sinal de combate ou morte. Thanatos e a garota, então, ainda cumpriam suas partes do acordo.
Desde seus treze anos, Mikhaela vivia no Acampamento a maior parte do tempo e ia as vezes visitar seus parentes mortais. Sua infância havia sido afetada pela bênção distorcida do irmão e era difícil viver em meio comum. Além de dislexia e TDAH, a mesma via a morte, via fantasmas e seus seguidores. Sentia e sabia coisas terríveis. E também existiam os monstros. Primordiais são mais chamativos que filhos de três grandes, e a garota sabia a algum tempo já. Praticara artes marciais para se defender, dando a ela uma pequena chance de sobreviver sem poderes.
Atualmente, a semideusa trabalha como espiã do Submundo no Acampamento.

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Mensagem por Thanatos em Seg Nov 14, 2016 6:37 pm

Aprovada!
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Mensagem por Belladona Monroe em Seg Dez 26, 2016 9:25 am




Ficha
de personagem

Nome: Belladona Marie Monroe.

Idade: 17 anos.

Progenitores: Demeter e Benjamin Monroe.

Aparência e Personalidade:
Assim como suas homônimas, Belladona é uma criatura de aparência delicada, porém é tão venenosa quanto às plantas que inspiraram seu pai a dar-lhe esse nome. Mas a primeira vez que se vê a Monroe, não se espera nada dela. A menina é bela, com certeza, mas não o suficiente para destacasse ou perdurar nas mentes das pessoas.

Miúda e de pele alva, a garota lembra uma flor, com seu ar suave e frágil. Sardas maculam graciosamente a face e o corpo, sendo que este ultima mostra os dotes femininos em equilíbrio para sua idade: Nem muitos discretos, porém nem muitos vistosos. Assemelhasse a uma boneca com longos cabelos rubros, cujos fios encaracolados emolduram o rosto encantador. Os olhos é que realmente se destaca daquela aparência apagada e esquecível: Assim como o fruto da atropa belladonna, seus olhos brilhantes são de uma coloração castanha escuro, quase de um negro profundo. Estes são tão doces que distraem qualquer um do real veneno que correm neles.

Belladona é uma figura. Animada e divertida, simplesmente não consegue ficar parada, pois sua hiperatividade se agrava mais devido ao TDAH típico em semideuses. Sempre atrapalha, pode acabar se metendo em confusão por causa de sua curiosidade e mania de falar o que pensa, sem filtro algum. Apesar de ser inteligente e racional, pode ás vezes ser dominada pelas emoções e se tornar um tanto agressiva. E mesmo que pareça ser distraída e toda boba, com um ego super inflamado, é perspicaz e astuta. Tão doce quanto ás frutas da planta que lhe deu o nome, é uma moça cativante. Venenosa e cruel com aqueles que não lhe agrada, pode ser um perigo para seus inimigos, pois ela imprevisível. Lembra muito Demeter no aspecto de que todos esquecem como a deusa das colheitas pode ser devastadora.  

História:

Há-há. — Gargalhou Adam Reinecke. — Com esse nome tosco desse jeito, só pode ser filha de Demeter. — O filho de Dionísio em questão zombou-me.

Senti meu rosto corar de raiva. E isso fez com que provocasse mais risadas no menino de Dionísio. Bufei e apertei com força a alça da cesta cheia de morangos que carregava. Eu podia odiar meu nome, mas somente eu podia zombar dele.  Sem contar que ele havia mexido em uma dolorosa ferida: Eu ainda não havia sido reclamada. Então a próxima coisa que aconteceu foi a simples cesta de palha ser acertada no rosto rechonchudo do garoto Reinecke e um monte belíssimos frutos caírem pelo chão.  

Ai, ai, ai. — Choramingou o loiro. — Doeu, sua louca.

Vai doer mais na próxima vez se continuar a zombar do meu nome. — O ameacei em um tom de voz furioso.

Tá, tá, sua doida. Parei. — Falou ele, ainda lagrimejando.  — Quem vai ajuntar os morangos?

Você, ué. — Respondi maquiavelicamente. Depois me virei e fui ando para longe dali.

Eu ainda ouvia os protestos do garoto, porém ignorei. Estava nos campos de morangos desde meio-dia, trabalhando arduamente, para um "idiotinha" qualquer vir e zombar de mim. Com raiva, decidi sair do local. Era fim da tarde. O céu estava esplendido com seu tom laranja e azul. Dava para ver que os deuses estavam de bom humor, pois o céu estava com pouquíssimas nuvens. E mesmo sendo verão, uma deliciosa brisa percorria o acampamento, agitando as folhas das plantas e conseqüentemente meus cabelos de fios rubros.  

Usava naquele dia a típica camiseta do acampamento Meio-Sangue, assim como uma bermuda jeans de cor azul clara e uma sandália de dedo na cor marrom. Meus cabelos estavam amarrados em um rabo de cavalo e o único assessório que utilizava estava na minha orelha esquerda, cujo era um cravo na cor rosa que tinha ganhado de uma ninfa simpática.  Vendo por hoje, nesse dia eu estava um "porre".  Estressava-me por qualquer coisa.  Talvez fosse pelo fato de eu estava fazendo aniversario naquele dia e não ter recebido um "feliz aniversario" de nenhum parente meu por lado paterno.  Nem a minha antiga e adorável tutora, senhora Mayer, havia dado noticias. Ou simplesmente talvez porque eu estava projetando a raiva nesses motivos que tinha do meu pai por ter morrido cedo de mais. Mas provavelmente era porque a TPM estava atacando.

Chutei umas pedrinhas que havia em meu caminho enquanto andava em direção ao pátio dos chalés, que era onde ficava a fogueira. Já fazia dois verões desde que meu pai havia falecido e eu me ver em uma família de desconhecidos. Eles podiam ser meus avôs, tios e primos, todos de sangue, mas simplesmente não ligavam para mim. Nem o próprio gêmeo de meu pai, tio Zachary, dava a mínima para saber se eu estava viva.  Talvez seja porque papai sempre foi afastado da própria família. Benjamin Monroe sempre foi um homem aventureiro e desapegado, mas apesar disso, ele era bastante amoroso e cuidadoso comigo. Era, de certo modo, justificável o silencio de meus parentes. Mas não da senhora Mayer, não mesmo.

E outra coisa me chateava era que eu iria completar quatorze anos e ainda não havia sido reclamada. Ser umas das poucas não reclamadas, definitivamente, não era legal. Afinal o chalé de Hermes com seus moradores não era lá muito agradável. Quem sabe eu fosse filha de um dos três grandes, ou Nyx talvez. Mas isso era incompatível pelo fato de eu não atrair tanto monstro assim, na realidade, atraia na mesma quantidade de um semideus normal.  Perdida em pensamentos, cheguei ao pátio dos chalés e sentei-me perto da fogueira, cuja esta estava sendo zelado por uma menininha.

Não reparei muito na garotinha, apenas dei um oi chocho á ela e depois fiquei em silencio enquanto arrancava algumas folinhas da grama. Acho que papai devia estar olhando alguma planta do gênero belladonna quando decidiu me nomear, bem conhecendo ele.  E também era bem a cara dele escolher uma planta para ser o nome da filha, afinal ele era um naturalista apaixonado. Sinceramente, foi uma péssima escolha, em minha opinião. Escorei meu queixo em minhas mãos e olhei para o céu.

Eu tinha uma leve impressão de que não havia nascido realmente naquele dia, apenas que fui deixada na porta da casa em que papai morava na época, que no caso era em algum lugar da África do Sul. O assunto "minha mãe" era definitivamente proibido quando ele era vivo, porém, teve certa vez em que ele ficou bêbado e começou a contai-me como conheceu a minha então progenitora: Foi em um festival que estava ocorrendo no norte da Grécia, e segundo ele, mamãe era a mulher mais formosa e adorável de lá. Pelo que entendi, havia sido uma festa bastante animada e calorosa, e graças aos deuses ele não me contou como eles havia me concebido. A única coisa que ele não falou foi o nome dela, acho que foi porque papai também não sabia.  Ou talvez quisesse fazer mistério. Sei lá.

Cruzei as minhas pernas em posição de índio e comecei a enrolar com o dedo um fio de cabelo, mas ainda assim uma das minhas mãos continuava apoiando meu queixo.  Mesmo viajando pelo mundo todo, eu tive uma ótima infância. Bem normal dentro do possível no "parâmetro de infância" dos semideuses: Dislexia, TDAH e alguns monstros chatos me observando desejosos quando eu ia brincar no parquinho. Somente quando eu tinha dez anos que nós fixamos-se em um local: Em Sydney, Austrália. Porém papai continuava viajar bastante e então contratou uma tutora para cuidar de mim, a minha querida senhora Charlene Mayer. Ela foi uma espécie de figura materna que tive. Aprendi muitas coisas com a senhora Mayer, como por exemplo, a fazer cookies integrais e a cuidar de um jardim, apesar de que ás vezes ela se frustrava me tentando ensinar a cantar e tocar piano direito, coisas que sou uma negação até hoje.  Bons tempos eram aqueles.

Mas tudo que é bom dura pouco: Papai faleceu no inverno do ano em que eu ia completar doze anos.  Ele foi picado por uma cobra hiper venenosa e não recebeu os tratamentos rapidamente, por isso pereceu. Eu e a senhora Mayer ficamos bastante tristes com a morte repentina dele. Então alguns dias depois que recebi a noticia tio Zachary apareceu para nós levar para o enterro de meu pai. Eram as poucas vezes que eu via tio Zachary, e a sua maioria eram porque ele tinha algo de negocia para tratar com meu pai, afinal Zachary era dono de uma das maiores indústria farmacêutica do Reino Unido. E mesmo ele sendo gêmeo idêntico de papai, nunca gostei ou fui com a cara dele.  

Papai e tio Zachary faziam aquele tipo de gêmeos de aparência idêntica, mas de personalidade distintas. Os dois eram ruivos, cheios de sardas, de olhos verdes e de porte esquio, porém eles se vestiam e se portavam de modo diferente: Enquanto papai era modesto e atrapalhado, tio Zachary era mais elegante e vaidoso. E ao mesmo tempo em que meu pai era caloroso, sonhador e via beleza em tudo, tio Zachary era frio, realista e vi lucro em tudo. Mesmo eles sendo tão opostos, havia uma única coisa que ambos compartilhavam além da aparência e se orgulhavam disso: A inteligência. Benjamin era um exímio naturalista e químico da mesma forma que Zachary era um talentoso empreendedor. Dei um longo suspiro e descruzei as minhas pernas, esticando-as e as massageando-as, pois elas estavam começando a ficar dormente.    

Bem, papai deixou muitas saudades, mas eu definitivamente não estava esperando que tio Zachary cumprisse com um dos pedidos que constasse no testamento de meu pai: O de me mandar para um "acampamento e escola especial" por solicitação de minha mãe.  Quando eu soube, fiquei chocada e curiosa para saber qual era dessa de "acampamento e escola especial" e quem era minha mãe, pois no pedido também havia escrito que eu iria descobrir quem ela era lá.  Obviamente não demorou muito para que eu fosse manda para Nova Iorque. Foram uns três meses depois que papai faleceu, e nesse meio tempo conheci o resto da família que Benjamin tanto se esforçava para ficar longe. Foi uma experiência desagradável. Eles me tratavam com cortesia, mas era tudo tão forçado e estranho.

Comecei novamente a arrancar as folhinhas da grama, mas dessa vez eu jogava elas na fogueira. Fitei o céu de relance. Estava ficando escuro, e isso significava que em breve aconteceria o jantar.  Eu realmente não esperava ser uma semideusa. Está claro que eu nunca fui muita certa da cabeça, além de coisas como de ocultismo e conspiração mundial me interessava bastante, pois a senhora Mayer era praticante de Wicca e um tanto quanto paranóica, porém não esperava que todas aquelas coisas de aventura que via nos livros, filmes e jogos estavam para acontecer.  Depois de uma cansativa e longa viajem de Londres para Nova Iorque, desembarquei no aeroporto JFK e peguei um taxi.

A minha sorte não estava muito boa naquele ano, pois o motorista do taxi que havia pegado era nada mais que um monstro disfarçado.  Passávamos em uma das vias que cortavam o Central Park quando o ser se revelou e me atacou. Ele era um ciclope tremendamente feio.  Porém um bando de ninfas ouviu meu pedido de socorro e foram me ajudar. A batalha foi penosa, mas conseguimos derrotar a criatura. No fim elas também me deram uma forma de chegar ao acampamento sã e salva, sem contar que pagaram a minha passagem utilizando Dracmas, alegando que depois eu ira pagar elas. E de fato, paguei, mais já é outra historia.  Naquela época não entendi o porquê de aquelas dríades me ajudarem, mas hoje compreendo que foi por causa de Demeter. E cara, Vespa, Ira e Tempestade ainda me dão pesadelos. Elas eram tão horripilantes quanto o ciclope e da mesma forma que dirigia tão mal quanto ele.

Deste então comecei a morar no acampamento. As coisas aqui não têm igual no mundo. Pode ser um tanto estressante e complicado ser semideus, mas sem duvida era divertido. E talvez fosse mais se eu tivesse resposta da minha única e pertinente pergunta: Quem diabos era a minha mãe? Mexi inquietamente meus pés.

Calma minha criança. — Uma doce e infantil voz tirou-me de meus devaneios. — Tenha paciência, pois depois da tempestade vem a bonança.

Foi a primeira vez que eu realmente tinha prestado atenção na menininha. Ela tinha olhos vividos, como uma fogueira crepitante. Seus traços eram bonitos, mas simplórios. Também tinha cabelos negros como carvão e estes estavam em uma Maria-Chiquinha, e usava um simples vestido marrom claro e estava com os pés descalços.  Em seus lábios pequeninos havia um sorriso discreto e bondoso.  Meu coração se encheu de calmaria quando ela tocou minha mão.

E então ela simplesmente desapareceu no ar, como uma miragem, me deixando ali sozinha e embasbaca. Balancei uma duas vezes a cabeça, tentando entender o que havia acontecido.  Não fazia idéia de quem era aquela garotinha. Talvez fosse alguma deusa. Depois teria que pergunta para alguém que estava á mais tempo no acampamento.  Fitei em silencio a fogueira e tomei a decisão de pegar o belo cravo que tinha ganhado e jogar no fogo.

Espero que senhorita esteja certa, deusa... Hã... Menina. - Murmurei incerta.

Mais tarde naquele dia eu fui reclama nesse mesmo local por Demeter. Realmente, aquele filho estúpido de Dioniso estava certo. Assim como a deusa-menina, que depois descobri ser Héstia, senhora das lareiras e da família. E quase antes de irmos dormi recebi um telefonema da senhora Mayer e dos meus avôs, desejando feliz aniversario.  

Não foi um aniversario tão ruim assim no final das contas.

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The End?



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Re: → Ficha de Reclamação.

Mensagem por Hécate em Seg Dez 26, 2016 9:37 am

Gostei da sua forma de escrever semideusa. Não pude perceber erros e não foi cansativa.

Reclamada.
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Re: → Ficha de Reclamação.

Mensagem por Daniella von Horn em Qua Dez 28, 2016 6:42 pm

Nome: Danielle von Horn.

Idade: 16 anos.

Progenitor: Demeter, deusa da agricultura.

Aparência e Personalidade: A semideusa possui a pele morena, olhos escuros e cabelos ondulados e castanhos escuros.  Seu corpo é definido, suas curvas começando a ficarem mais acentuadas. É baixa, tendo apenas um e cinquenta e oito de altura, e é leve, com cinquenta e três quilos. Não tem nenhuma marca de nascença ou cicatriz, tendo a pele perfeita e macia. Parece um pouco com o pai, mas também parece um pouco com sua mãe.

Em personalidade, é gentil e animada. Tem uma atitude otimista e trata todos com o devido respeito, mas ainda reage agressivamente em alguns casos. Tem um comportamento calmo e também sempre um sorriso educado. Gosta de cuidar de seus amigos e família. Foi criada com amor e ensinada que ele era bondoso.

História: Joseph é um grande agricultor, com uma fazenda na região de Los Angeles. Com uma filha órfã de quinze anos, o homem conheceu a deusa Demeter, por quem se apaixonou e teve uma segunda filha com ela - um presente dos deuses, como ele mesmo chamava. Desde cedo, a jovem é a felicidade da fazenda e muitas vezes corria pelos campos e até mesmo ajudava no trabalho. Segundo seu pai, um chefe que trabalha junto com os empregados inspira mais confiança que um que não e isso a motivava mais a ir lá, pois ela amava a fazenda e a vida no campo.

Estudou em boas escolas e era uma boa atleta, rápida e com boa coordenação motora. Tinha até que uma boa média nas matérias, por mais que seus problemas de TDAH e Dislexia atrapalhasse seu desempenho. Tinha uma quantidade de amigos razoável e gostavam de ir a casa da jovem, devido a beleza da fazenda e quantia enorme de lugares para se divertir. A jovem, é claro, tinha seus desafetos e não era mais popular da escola. Até seus doze anos, não houve muitos incidentes com monstros. Mas o pai da morena sabia que não seria algo eterno.

Com quase treze anos, estava andando pela fazenda sozinha e acabou se deparando com uma ninfa. A criatura da natureza estava colérica e atacou impensadamente Danielle, que estava desarmada e não sabia o que estava acontecendo. Provavelmente teria morrido se não fosse seu primo, Leonard, que derrotou a ninfa enfurecida. Ao descobrir que a jovem era uma semideusa, ambos foram para o Acampamento, mas não sem antes uma explicação do pai dela.

Levou um tempo - vários dias - para que sua mãe a reclamasse, ficando no Chalé de Hermes até lá.

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Re: → Ficha de Reclamação.

Mensagem por Hécate em Qua Dez 28, 2016 8:03 pm

Aprovada.
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Re: → Ficha de Reclamação.

Mensagem por Hellena Peltrow em Qui Dez 29, 2016 12:32 pm

Nome: Hellena Peltrow.

Idade: 15 anos.

Progenitor: Hefesto.

Aparência e Personalidade: Possui cabelos castanhos cacheados, pele clara e olhos na mesma cor. É atlética e bonita com traços orientais e uma delicadeza pulsando em cada célula dela, sendo diferente de seus irmãos mais brutos. Tem um metro e sessenta de altura e pesa cinquenta e cinco quilos. Suas curvas são discretas, pois seu corpo ainda se desenvolvendo e a feminilidade ainda não muito desenvolvida. Usa os cabelos abaixo dos ombros, soltos, muitas vezes com franjão emoldurando sua face delicada. Normalmente usa short jeans e a camiseta do Acampamento, com all star nos pés. Não possui marcas de nascença ou cicatrizes em seu corpo.

É uma garota doce, gentil e meiga, criada em uma família amorosa. Mesmo com a mãe trabalhando bastante, ambas mantém uma ótima relação e a mulher ensinou valores a sua filha. Graças a mãe, a pequena cria de Hefesfo tornou-se generosa e calma, capaz de se sacrificar por seus amigos e família se preciso. Também se mostra apaixonada por tecnologia e tem algum talento com tecnologia, além de ser muito habilidoso manualmente. Normalmente, a semideusa testava os produtos da empresa da mãe e agora que conhece sua origem também ajuda a desenvolver alguns.

História: Jessica Peltrow é uma japonesa e CEO de uma multinacional que trabalha com vídeo games e jogos em geral. Atualmente está casada com Eliot Peltrow, que cria a filha da esposa como se fosse dele. O casamento da mulher deu a ela e a filha o visto de permanência nos Estados Unidos e os três moram em Manhattan, Nova York. Hellena não tem lembranças do Japão, tendo saído de lá com dois ou três anos, vivendo a maior parte da vida nos EUA. Seus problemas com dislexia e TDAH criou problemas durante sua vida toda na escola, mas não duvidavam de sua capacidade. Tem estado estudando em escolas especializadas em cuidar de crianças com os mesmos problemas que ela e a jovem também tomava remédios para controlar os sintomas um pouco, tornando seu TDAH menos acentuado e fácil de se lidar.
Durante sua infância sempre foi muito ligada ao seu padrasto, chamado Karl, e a sua mãe, ajudando a mãe com os lançamentos - a jovem era uma espécie beta tester. Desde jovem, estudava como podia informática, mas boa parte do que sabia aprendeu sozinha tentando. Isso demonstra uma grande capacidade com tecnologia e também uma mente rápida para resolver problemas diversos, mas também era uma atleta nata, sendo mais rápida, forte e resistente que outras crianças. Suas capacidades físicas somadas com o TDAH, mesmo atenuado, ajudaram-na a se destacar nas atividades esportivas. Apesar do potencial, muitas vezes preferia se abster e ficar quieta na dela, mexendo no celular ou coisas similares. A garota sempre teve uma inclinação forte a geek.
Desde os sete anos de idade, prática Ninjutsu e tem participado de alguns campeonatos. A jovem nem sempre ganha, mas também não perde sempre. Já tendo notado que seu TDAH ajuda nas lutas, Hellena interrompe o uso dos remédios perto das competições, o que lhe ajuda bastante. Desde que começou a fazer isso, seu índice de vitórias aumentou drasticamente - pois contava agora com os reflexos e instintos de combate de um senideus, mesmo que ainda não soubesse o que era ou como funcionava aquilo, sabendo apenas que funcionava e não havia nada nas regras que proibia o uso de sua doença a seu favor em uma luta.
Com seus treze anoa, sua mãe lhe contou a verdade sobre ela após um pequeno problema com algumas empousai, que Hellena foi salva junto da mãe por dois semideuses que haviam sido chamados por um satiro quando localizou a semideusa. Desde então, tem morado no Acampamento e visitado a família nas férias.

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Mensagem por The Founder em Sab Jan 28, 2017 12:14 pm

Aprovada e atualizada.

By Hécate

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